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O problema nem sempre está no tributo.
Está na estratégia.

Descubra se sua empresa está pagando mais impostos do que deveria e como corrigir com estratégia tributária e contábil.

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+20 ANOS

Experiência em Auditoria, Consultoria Tributária e Compliance

+100 MILHÕES

Projetos de Recuperação de Créditos e Otimização Tributária

FGV-SP

Especialização em Direito Tributário

CRC

1SP 354568/O-2

Por que escolher a Ferenza?

Um modelo consultivo para empresas que precisam crescer com previsibilidade tributária, contábil e financeira.

Rotina, calendário e riscos de acompanhamento para reduzir surpresas no fechamento.

Visão construída em ambientes corporativos complexos, auditoria e projetos estratégicos.

Planejamento, compliance e leitura de riscos para proteger margem sem promessas frágeis.

Comunicação direta, decisões explicadas e responsabilidade técnica próxima da liderança.

Processos, tecnologia e indicadores para transformar execução em controle mensurável.

Nossa Metodologia

01

Diagnóstico

Mapeamento dos processos contábeis, tributários; identificação de riscos e oportunidades.

02

Estratégia

Estratégias sob medida, eficiência tributária e conformidade legal.

03

Operacionalização

Implementação com suporte técnico, tecnologia e segurança.

04

Resultados

Indicadores, revisões periódicas, antecipação de riscos e apoio a decisões.

Reforma Tributária

Sua empresa está preparada para a Reforma Tributária?

A Reforma Tributária vai redefinir a forma como as empresas precificam, gerenciam créditos e avaliam margens.

Antecipação Gera Vantagem

Preparação reduz riscos e aumenta previsibilidade.

Plano de Ação Personalizado

Estratégias adaptadas à realidade da empresa.

Impacto Financeiro e Tributário

Simulações para apoiar decisões seguras.

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Nossas Frentes de Atuação

Inteligência Tributária

Analisamos sua empresa com visão contábil e tributária estratégica para reduzir riscos, melhorar decisões e identificar oportunidades de economia.

  • Planejamento para a Reforma
  • Redução Legal de Carga
  • Recuperação de Créditos
  • Contencioso Administrativo
  • Assessoria Tributária
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BPO Contábil, Tributário & Trabalhista

Fazemos a transição da sua contabilidade com segurança, organização dos documentos, análise inicial das obrigações e continuidade dos processos sem riscos para sua empresa.

  • Contabilidade e tributário
  • Trabalhista
  • Elaboração das obrigações acessórias (principalmente os SPEDs)
  • Declaração de Rendimentos - Pessoa Física
  • Suporte no Atendimento a Fiscalizações
Trocar de contabilidade

Legalização Empresarial

Da abertura à regularização, conduzimos os processos empresariais com cuidado técnico para que sua empresa opere com segurança.

  • Abertura, alteração e encerramento de empresas
  • Holdings
  • Licenças e Alvarás
  • Diligências e Cartórios
  • Regularizações
  • Certificação digital
  • Emissão e acompanhamento de prazos de certidões negativas
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Serviços Especiais

Atendimento especializado para demandas técnicas, operações complexas e projetos que exigem análise contábil, tributária ou societária diferenciada.

  • Auditorias condominiais, financeiras, DFs e controles internos
  • Pleitos para regimes especiais
  • Perícias contábeis e laudos técnicos
  • Processos administrativos e judiciais
  • Procuração internacional
  • Transfer Pricing e expatriados
  • Laudos de avaliação empresarial e PPA
  • Direito Tributário e Societário com parceiro legal

Observação: Atuação sujeita à análise técnica e regulatória conforme a natureza da operação.

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PORTFÓLIO DE EXPERIÊNCIA MULTISSETORIAL

Experiência em diferentes mercados, com leitura estratégica da operação, da tributação e dos números que sustentam o crescimento da empresa.

Agronegócio e Cadeias Produtivas

Produtores rurais, comercializadoras, alimentos, insumos, operações agrícolas e negócios ligados à cadeia do campo.

Comércio, Varejo e Consumo

Lojas, distribuidores, e-commerces, marketplaces, restaurantes, franquias e negócios voltados ao consumidor final.

Serviços, Tecnologia e Negócios Digitais

Prestadores de serviços, consultorias, agências, tecnologia, comunicação, plataformas digitais e negócios com contratos recorrentes.

Saúde, Educação e Bem-Estar

Clínicas, profissionais da saúde, estética, academias, cursos, escolas e negócios de prestação de serviço especializada.

Construção, Imóveis e Patrimônio

Construtoras, incorporadoras, holdings patrimoniais, locação, administração de imóveis e estruturação patrimonial.

Indústria, Logística e Operações

Indústrias, transportadoras, importadoras, exportadoras, centros de distribuição e empresas com operação física estruturada.

Visões de Mercado e Liderança

"Na indústria, a gestão tributária deixa de ser obrigação e torna-se estratégica na proteção de margens. A Ferenza traduz questões tributárias complexas em soluções seguras e sustentáveis para o negócio."

ARI MELO Gram Clip Indústria de Embalagens

"Empresas que desejam crescer de forma sustentável precisam integrar segurança jurídica, governança e inteligência tributária. A Ferenza possui uma visão técnica consistente e a capacidade de conectar a complexidade tributária à realidade operacional das empresas."

MARCELO MARTINS PEDROSO MP Advogados

"Em um ambiente marcado por constantes mudanças tributárias e regulatórias, a capacidade de antecipar riscos e apoiar decisões estratégicas tornou-se tão importante quanto a própria conformidade. A Ferenza demonstra rigor técnico, visão estratégica e comprometimento com a excelência."

HENRIQUE CAMPOS BDO

"Transformar negócios exige muito mais do que tecnologia. Exige disciplina, visão estratégica e uma estrutura capaz de sustentar o crescimento. Vejo na Ferenza a combinação de conhecimento, responsabilidade e foco na geração de valor para os negócios."

NANA BAFFOUR Oqntess

"Na indústria, a gestão tributária deixa de ser obrigação e torna-se estratégica na proteção de margens. A Ferenza traduz questões tributárias complexas em soluções seguras e sustentáveis para o negócio."

ARI MELO Gram Clip Indústria de Embalagens

"Empresas que desejam crescer de forma sustentável precisam integrar segurança jurídica, governança e inteligência tributária. A Ferenza possui uma visão técnica consistente e a capacidade de conectar a complexidade tributária à realidade operacional das empresas."

MARCELO MARTINS PEDROSO MP Advogados

"Em um ambiente marcado por constantes mudanças tributárias e regulatórias, a capacidade de antecipar riscos e apoiar decisões estratégicas tornou-se tão importante quanto a própria conformidade. A Ferenza demonstra rigor técnico, visão estratégica e comprometimento com a excelência."

HENRIQUE CAMPOS BDO

"Transformar negócios exige muito mais do que tecnologia. Exige disciplina, visão estratégica e uma estrutura capaz de sustentar o crescimento. Vejo na Ferenza a combinação de conhecimento, responsabilidade e foco na geração de valor para os negócios."

NANA BAFFOUR Oqntess

Liderança Técnica

Fernanda Gomes da Silva

Fernanda Gomes da Silva

Fundadora | Especialista em Estratégia Tributária e Contábil (CRC 1SP 354568/O-2)
  • Ciências Contábeis (FIPECAFI) e especialização em Direito Tributário (FGV).
  • Trajetória em auditoria, consultoria tributária e compliance.
  • Mais de 20 anos de atuação na área tributária, com participação em projetos de recuperação de créditos envolvendo valores superiores a R$ 100 milhões.

A preparação não deve esperar pela obrigatoriedade.

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Fique por dentro das atualizações fiscais e do nosso radar tributário.

30 Aug, 2026

Simples Nacional nem sempre significa pagar menos impostos.

Quando uma empresa começa a crescer, uma das primeiras preocupações do empresário costuma ser manter a operação organizada e evitar burocracia. Por isso, o Simples Nacional acaba sendo a escolha de muitos negócios.E faz sentido.O regime foi criado justamente para simplificar o recolhimento dos tributos, reunindo vários impostos em uma única guia, o DAS. Além disso, em muitos casos, o controle fiscal e tributário pode ser mais simples quando comparado a outros regimes.O problema começa quando a empresa permanece no Simples Nacional apenas porque ele é mais fácil de administrar, sem analisar se ainda é a opção mais econômica.Conforme o faturamento aumenta, o imposto também pode aumentarUm ponto que muitos empresários não percebem é que a alíquota do Simples Nacional não permanece necessariamente a mesma durante toda a vida da empresa.De forma geral, o cálculo considera o faturamento acumulado dos últimos 12 meses. Assim, conforme a receita da empresa aumenta, ela pode avançar nas faixas previstas pelo regime e ter uma alíquota efetiva maior.Uma empresa que começou pagando uma carga tributária bastante interessante pode, alguns anos depois, estar pagando um percentual muito maior sobre o seu faturamento.É justamente nesse momento que surge uma pergunta importante:O Simples Nacional ainda é realmente o melhor regime para essa empresa?Nem sempre.O regime mais fácil não é necessariamente o mais baratoMuitos empresários têm receio de sair do Simples porque acreditam que o Lucro Presumido ou o Lucro Real são regimes muito mais complicados.Do ponto de vista operacional, realmente existem diferenças. Porém, uma empresa não deveria escolher seu regime tributário apenas pela facilidade de cálculo.A decisão precisa considerar, entre outros fatores:faturamento da empresa;atividade exercida;margem de lucro;quantidade de funcionários;valor da folha de pagamento;despesas operacionais;créditos tributários disponíveis;localização dos clientes e fornecedores;impostos incidentes sobre as operações;expectativa de crescimento.Dependendo dessas características, uma empresa enquadrada no Simples Nacional pode descobrir que estaria pagando menos impostos no Lucro Presumido ou até mesmo no Lucro Real.Um exemplo simplesImagine uma empresa que começou pequena e, naquele momento, o Simples Nacional era claramente vantajoso.Com o passar dos anos, ela conquistou novos clientes, aumentou o faturamento, contratou funcionários e expandiu suas operações.O empresário comemora o crescimento como deveria.Porém, enquanto o negócio cresceu, a tributação também mudou.A empresa passou para faixas superiores do Simples e começou a desembolsar um percentual muito maior todos os meses. Mesmo assim, ninguém parou para comparar quanto ela pagaria em outro regime tributário.Esse é um erro bastante comum.A empresa pode passar meses ou até anos pagando mais impostos simplesmente porque nunca realizou uma simulação tributária comparativa.Não existe um regime tributário melhor para todas as empresasEsse é um ponto muito importante.O Simples Nacional não é ruim.O Lucro Presumido não é melhor em todos os casos.E o Lucro Real também não deve ser visto apenas como um regime destinado a grandes empresas.Cada negócio possui uma realidade diferente.Duas empresas que faturam exatamente o mesmo valor podem ter cargas tributárias completamente diferentes dependendo da atividade, da folha de pagamento, das despesas, da margem de lucro e de diversos outros fatores.Por isso, o planejamento tributário precisa ser feito com números reais da empresa.Cresceu? Então é hora de revisar a tributaçãoQuanto mais uma empresa cresce, mais importante se torna revisar periodicamente o seu enquadramento tributário.Não basta verificar apenas se ela ainda pode permanecer no Simples Nacional.A pergunta correta deveria ser:Mesmo podendo permanecer no Simples Nacional, ainda vale a pena permanecer nele?Essa pequena mudança de pergunta pode representar uma diferença significativa no caixa da empresa.Em determinados cenários, continuar no Simples pode ser a melhor escolha. Em outros, migrar para outro regime pode gerar economia tributária e tornar a empresa mais competitiva.Planejamento tributário também faz parte do crescimentoEscolher o regime tributário não deveria ser uma decisão tomada apenas uma vez, na abertura da empresa.O negócio muda.O faturamento muda.A margem muda.A equipe aumenta.Novos produtos ou serviços são incorporados.E a tributação precisa acompanhar essas mudanças.Por isso, empresas em crescimento devem fazer simulações periódicas entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real, avaliando não apenas o percentual dos impostos, mas o impacto tributário completo de cada alternativa.No final, o objetivo não é escolher o regime mais simples.É escolher o regime mais eficiente para a realidade da empresa.Na Ferenza Estratégia Tributária e Contábil, analisamos os números da empresa e simulamos diferentes cenários para identificar se o regime tributário atual continua sendo o mais vantajoso.Porque pagar impostos é uma obrigação. Pagar mais do que o necessário por falta de planejamento, não precisa ser.

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Simples Nacional nem sempre significa pagar menos impostos.
30 Aug, 2026

Simples Nacional nem sempre significa pagar menos impostos.

Quando uma empresa começa a crescer, uma das primeiras preocupações do empresário costuma ser manter a operação organizada e evitar burocracia. Por isso, o Simples Nacional acaba sendo a escolha de muitos negócios.E faz sentido.O regime foi criado justamente para simplificar o recolhimento dos tributos, reunindo vários impostos em uma única guia, o DAS. Além disso, em muitos casos, o controle fiscal e tributário pode ser mais simples quando comparado a outros regimes.O problema começa quando a empresa permanece no Simples Nacional apenas porque ele é mais fácil de administrar, sem analisar se ainda é a opção mais econômica.Conforme o faturamento aumenta, o imposto também pode aumentarUm ponto que muitos empresários não percebem é que a alíquota do Simples Nacional não permanece necessariamente a mesma durante toda a vida da empresa.De forma geral, o cálculo considera o faturamento acumulado dos últimos 12 meses. Assim, conforme a receita da empresa aumenta, ela pode avançar nas faixas previstas pelo regime e ter uma alíquota efetiva maior.Uma empresa que começou pagando uma carga tributária bastante interessante pode, alguns anos depois, estar pagando um percentual muito maior sobre o seu faturamento.É justamente nesse momento que surge uma pergunta importante:O Simples Nacional ainda é realmente o melhor regime para essa empresa?Nem sempre.O regime mais fácil não é necessariamente o mais baratoMuitos empresários têm receio de sair do Simples porque acreditam que o Lucro Presumido ou o Lucro Real são regimes muito mais complicados.Do ponto de vista operacional, realmente existem diferenças. Porém, uma empresa não deveria escolher seu regime tributário apenas pela facilidade de cálculo.A decisão precisa considerar, entre outros fatores:faturamento da empresa;atividade exercida;margem de lucro;quantidade de funcionários;valor da folha de pagamento;despesas operacionais;créditos tributários disponíveis;localização dos clientes e fornecedores;impostos incidentes sobre as operações;expectativa de crescimento.Dependendo dessas características, uma empresa enquadrada no Simples Nacional pode descobrir que estaria pagando menos impostos no Lucro Presumido ou até mesmo no Lucro Real.Um exemplo simplesImagine uma empresa que começou pequena e, naquele momento, o Simples Nacional era claramente vantajoso.Com o passar dos anos, ela conquistou novos clientes, aumentou o faturamento, contratou funcionários e expandiu suas operações.O empresário comemora o crescimento como deveria.Porém, enquanto o negócio cresceu, a tributação também mudou.A empresa passou para faixas superiores do Simples e começou a desembolsar um percentual muito maior todos os meses. Mesmo assim, ninguém parou para comparar quanto ela pagaria em outro regime tributário.Esse é um erro bastante comum.A empresa pode passar meses ou até anos pagando mais impostos simplesmente porque nunca realizou uma simulação tributária comparativa.Não existe um regime tributário melhor para todas as empresasEsse é um ponto muito importante.O Simples Nacional não é ruim.O Lucro Presumido não é melhor em todos os casos.E o Lucro Real também não deve ser visto apenas como um regime destinado a grandes empresas.Cada negócio possui uma realidade diferente.Duas empresas que faturam exatamente o mesmo valor podem ter cargas tributárias completamente diferentes dependendo da atividade, da folha de pagamento, das despesas, da margem de lucro e de diversos outros fatores.Por isso, o planejamento tributário precisa ser feito com números reais da empresa.Cresceu? Então é hora de revisar a tributaçãoQuanto mais uma empresa cresce, mais importante se torna revisar periodicamente o seu enquadramento tributário.Não basta verificar apenas se ela ainda pode permanecer no Simples Nacional.A pergunta correta deveria ser:Mesmo podendo permanecer no Simples Nacional, ainda vale a pena permanecer nele?Essa pequena mudança de pergunta pode representar uma diferença significativa no caixa da empresa.Em determinados cenários, continuar no Simples pode ser a melhor escolha. Em outros, migrar para outro regime pode gerar economia tributária e tornar a empresa mais competitiva.Planejamento tributário também faz parte do crescimentoEscolher o regime tributário não deveria ser uma decisão tomada apenas uma vez, na abertura da empresa.O negócio muda.O faturamento muda.A margem muda.A equipe aumenta.Novos produtos ou serviços são incorporados.E a tributação precisa acompanhar essas mudanças.Por isso, empresas em crescimento devem fazer simulações periódicas entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real, avaliando não apenas o percentual dos impostos, mas o impacto tributário completo de cada alternativa.No final, o objetivo não é escolher o regime mais simples.É escolher o regime mais eficiente para a realidade da empresa.Na Ferenza Estratégia Tributária e Contábil, analisamos os números da empresa e simulamos diferentes cenários para identificar se o regime tributário atual continua sendo o mais vantajoso.Porque pagar impostos é uma obrigação. Pagar mais do que o necessário por falta de planejamento, não precisa ser.

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Simples Nacional tem novas regras em adaptação à Reforma Tributária
20 Aug, 2026

Simples Nacional tem novas regras em adaptação à Reforma Tributária

A Resolução CGSN nº 190/2026 atualizou as regras do Simples Nacional para adequar o regime às mudanças trazidas pela Reforma Tributária, especialmente em relação à implementação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).As novas regras entram em vigor em 1º de janeiro de 2027 e exigem atenção das micro e pequenas empresas, principalmente quanto à forma de apuração dos tributos, emissão de documentos fiscais, transferência de créditos e controle do sublimite do regime.Principais mudanças para o Simples Nacional1. Opção pelo Simples Nacional para 2027Empresas que ainda não são optantes e desejam ingressar no Simples Nacional a partir de janeiro de 2027 deverão formalizar a opção entre 1º e 30 de setembro de 2026. O pedido poderá ser cancelado até 30 de novembro de 2026.2. Possibilidade de regime híbridoAs empresas do Simples Nacional poderão optar por manter os demais tributos dentro do regime simplificado e recolher IBS e CBS pelas regras do regime regular.Essa escolha será válida, inicialmente, para o período de janeiro a junho de 2027 e deverá ser formalizada entre 1º e 30 de setembro de 2026.A opção pelo regime híbrido somente será necessária para empresas que desejarem recolher IBS e CBS fora do Simples Nacional.3. Documento fiscal ganha ainda mais importânciaA Resolução estabelece que a receita bruta será considerada faturamento a partir da emissão do documento fiscal correspondente à operação, inclusive em determinadas situações de venda para entrega futura.Documentos fiscais complementares, notas de débito e outros documentos que alterem valores anteriormente faturados também poderão impactar a receita bruta.4. Transferência de créditos de IBS e CBSAs empresas optantes pelo Simples poderão transferir créditos de IBS e CBS aos seus clientes, conforme informações registradas nos documentos fiscais eletrônicos.Entretanto, o crédito será limitado aos percentuais efetivamente correspondentes ao IBS e à CBS dentro das alíquotas aplicáveis ao Simples Nacional, considerando os Anexos I a V e a atividade exercida pela empresa.Esse ponto poderá ser especialmente relevante para empresas que vendem para outras pessoas jurídicas que aproveitam créditos tributários.5. Apuração assistidaOutra novidade será a possibilidade de implementação de uma apuração pré-preenchida, baseada nas informações dos documentos fiscais emitidos pela empresa.A apuração assistida deverá ser disponibilizada até o dia 10 do mês seguinte, permitindo maior automatização e integração das informações fiscais.6. IBS passa a integrar o sublimiteO IBS também passará a ser considerado para fins do sublimite de R$ 3,6 milhões aplicável ao Simples Nacional.Quando o excesso de receita não ultrapassar 20% do sublimite, os efeitos ocorrerão a partir do ano-calendário seguinte. Se o excesso superar 20%, os efeitos poderão ocorrer já a partir do mês seguinte ao da ultrapassagem.O que as empresas precisam avaliar?A Reforma Tributária aumenta a importância do planejamento tributário também para empresas enquadradas no Simples Nacional. A possibilidade de recolher IBS e CBS dentro ou fora do regime simplificado deverá ser analisada de acordo com a atividade, perfil dos clientes, possibilidade de geração de créditos e impacto financeiro de cada alternativa.Além disso, a emissão correta dos documentos fiscais será cada vez mais relevante, pois passará a influenciar diretamente a apuração da receita, o cálculo dos tributos e a transferência de créditos de IBS e CBS.Atenção aos prazosAs empresas devem começar a se preparar ainda em 2026 para as decisões que produzirão efeitos em 2027.Os principais prazos são:1º a 30 de setembro de 2026: opção pelo Simples Nacional para novos optantes;1º a 30 de setembro de 2026: opção pelo recolhimento regular de IBS e CBS para empresas do Simples;até 30 de novembro de 2026: possibilidade de cancelamento das opções realizadas;1º de janeiro de 2027: início da vigência das novas regras.A Resolução CGSN nº 190/2026 representa mais uma etapa da implementação da Reforma Tributária e reforça a necessidade de as empresas do Simples Nacional avaliarem antecipadamente os impactos das novas regras em suas operações.

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